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| Fotografia de Hélder Goçalves |
O que me ocorre perante tanto discurso desesperado é lembrar que o verdadeiro desespero é o daqueles que não têm voz, dos que sentem as consequências do desespero mas raramente lhe conhecem as causas.
Deixar uma marca no nosso tempo como se tudo se tivesse passado, sem nada de permeio, a não ser os outros e o que se fez e se não fez no encontro com eles,
Editado por Eduardo Graça