sábado, abril 15

SINAIS DE GUERRA

O ambiente está povoado de sinais de guerra. Ataques militares mediatizados, além dos esquecidos combates no terreno, estreias mundiais na utilização de armas, discursos, e mensagens, ameaçadoras afirmadas, e feitas divulgar, por lideres políticos, as potências militares mostram as garras, os povos ainda não se deram conta das danças de guerra nas quais participam sem convite nem convocatória. Pode ser somente a vozearia do medo, ou a cortina que esconde a fraqueza oriunda das interdependências entre os grandes do mundo. Acreditemos que assim seja. Caso contrário a guerra não poupará nada, nem ninguém. Os sinais, por mais que imaginemos a emergência de forças contemporizadoras, assinalam os perigo típicos dos tempos que antecedem as guerras.

terça-feira, abril 11

Guerra, qual guerra?

Estamos sempre no princípio e no fim de qualquer coisa, incluindo a própria vida. Mesmo quando atravessamos períodos considerados pacíficos, livres de guerras ou revoluções violentas, não deixam de ocorrer mudanças profundas nas sociedades. Cada um de nós, nos nossos grupos de pertença, no mais íntimo das nossas convicções religiosas (mesmo quando proclamamos a ausência de qualquer crença religiosa), nos confrontamos todo o tempo com o fim e o principio de qualquer coisa. Desde logo da vida, o bem mais sagrado que nos compete preservar. O ambiente que se respira por todo o lado, a sul e a norte, a oriente e a ocidente, no nosso mundo globalizado, está cravado de atos e declarações de responsáveis políticos (fiquemos por estes) ameaçadoras para a paz e a concórdia entre os povos e as nações. Guerra, qual guerra?

sábado, abril 8

MISÉRIA MORAL

A agenda do dia é todos os dias, sem exceção, preenchida por notícias, relatos e opiniões que nos dão conta das mais variadas formas de miséria moral. Basta observar o preenchimento intensivo dos noticiários, em todas as áreas de atividade, por acontecimentos associados à criminalidade explicita ou insinuada. Tudo apresentado como um novo normal retirando da agenda os acontecimentos da vida quotidiana da maioria das comunidades e dos cidadãos. Todos aqueles que se encontram, nos mais diversos setores de atividades, a trabalhar na gestão de processos que interessam à maioria, e que influenciam, no essencial, no sentido positivo, a vida económica e social, têm dificuldades inultrapassáveis para se fazer ouvir. Todos sabem que é assim, ou seja, que caminhamos para uma ditadura de novo tipo na qual cada vez menos a verdade, e a decência, têm lugar num mercado onde dominam os grandes, e globais, manipuladores da opinião pública e publicada. A miséria moral medra neste lodaçal e é um sinal mais da guerra que se anuncia.

sábado, abril 1

BOLA

Falando um pouco de bola, de futebol,uma paixão antiga. Após o fim de um jogo de futebol dito como decisivo que não vi porque não sou assinante, nem serei, da Benfica TV. Não dou para esse peditório por razões diversas entre eles o de não ter qualquer apreço, antes pelo contrário, pelos dirigentes que dirigem tal canal. O que mais me espanta no futebol profissional português é a natureza, comportamento e cultura, dos seus dirigentes. É provável que seja assim em muitos outros países mas tal não mingua o desgosto pelo baixo nível dos que por cá acedem aos lugres dirigentes do futebol. Como é natural todas as estruturas dirigentes, em sentido ascendente, sofrem dos mesmos males. Incluindo as claques autorizadas, e consentidas, que deveriam, em minha opinião, ser proibidas por lei pois fomentam a violência e estimulam sentimentos contrários aos que estão inscritos na matriz do nosso regime fundado nos princípios e valores da paz e da concórdia.