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| 1 Numa meia-noite agreste, quando eu lia, lento e triste, Vagos, curiosos tomos de ciências ancestrais, E já quase adormecia, ouvi o que parecia O som de algúem que batia levemente a meus umbrais. "Uma visita", eu me disse, "está batendo a meus umbrais. É só isto, e nada mais." "O Corvo", de Edgar Allan Poe, Tradução de Fernando Pessoa. Versão integral no IRAOFUNDOEVOLTAR |
incensar o gesto ameno e contemporizador que se busca e surge isento no labirinto da carnificina populista,
Editado por Eduardo Graça
sexta-feira, fevereiro 1
O CORVO
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