Deixar uma marca no nosso tempo como se tudo se tivesse passado, sem nada de permeio, a não ser os outros e o que se fez e se não fez no encontro com eles,
Editado por Eduardo Graça
segunda-feira, junho 15
Odair
Longe de mim qualquer sentimento ou ideia justicialista. Sempre pensei, na esteira de Camus, que um homem julgar outro homem é uma quase impossibilidade. Mas paira no ar, no caso Odair, que o policia assassino ainda vai acabar condecorado...
1 comentário:
Anónimo
disse...
É uma sentença com pergaminhos na nossa terra.
É bom lembrar: era chefe de governo Pintasilgo e balearam dois trabalhadores rurais alentejanos. Nunca constou que tivesse sido o padre mas sim alguém da GNR. O que sucedeu a seguir? Nada.
Um ano depois limparam o sebo a um chefe de governo e ao ministro da defesa. Até hoje...
Anos depois, uma ONG benemérita, FP-25, matou o director das prisões. Acabaram a sair da cadeia com uma amnistia ou coisa que tal. Já o morto teve direito a medalha 20 anos depois pelas mãos de Cavaco, antes de cessar funções.
1 comentário:
É uma sentença com pergaminhos na nossa terra.
É bom lembrar: era chefe de governo Pintasilgo e balearam dois trabalhadores rurais alentejanos. Nunca constou que tivesse sido o padre mas sim alguém da GNR. O que sucedeu a seguir? Nada.
Um ano depois limparam o sebo a um chefe de governo e ao ministro da defesa. Até hoje...
Anos depois, uma ONG benemérita, FP-25, matou o director das prisões. Acabaram a sair da cadeia com uma amnistia ou coisa que tal. Já o morto teve direito a medalha 20 anos depois pelas mãos de Cavaco, antes de cessar funções.
Nesta terra é assim e é para todos os gostos.
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