segunda-feira, junho 15

Odair

Longe de mim qualquer sentimento ou ideia justicialista. Sempre pensei, na esteira de Camus, que um homem julgar outro homem é uma quase impossibilidade. Mas paira no ar, no caso Odair, que o policia assassino ainda vai acabar condecorado...

1 comentário:

Anónimo disse...

É uma sentença com pergaminhos na nossa terra.

É bom lembrar: era chefe de governo Pintasilgo e balearam dois trabalhadores rurais alentejanos. Nunca constou que tivesse sido o padre mas sim alguém da GNR. O que sucedeu a seguir? Nada.

Um ano depois limparam o sebo a um chefe de governo e ao ministro da defesa. Até hoje...

Anos depois, uma ONG benemérita, FP-25, matou o director das prisões. Acabaram a sair da cadeia com uma amnistia ou coisa que tal. Já o morto teve direito a medalha 20 anos depois pelas mãos de Cavaco, antes de cessar funções.

Nesta terra é assim e é para todos os gostos.