Deixar uma marca no nosso tempo como se tudo se tivesse passado, sem nada de permeio, a não ser os outros e o que se fez e se não fez no encontro com eles,
Editado por Eduardo Graça
quarta-feira, março 11
Seguro (2º dia)
O estado de graça de Seguro durou um dia. Exagero à parte, logo no ponto em que tinha tomado posição nos dias da campanha, diga-se "pacote laboral", lhe servem o dissenso. O governo, salvo se alguém enlouqueceu, reune os parceiros, no dia da sua posse, para tornar público o desacordo. Ou por outras palavras, os patrões, leia-se CIP, marcaram a agenda e hoje o primeiro encosta a CGTP à extrema direita que anunciou que vota contra e reduz a UGT a uma espécie de grupo anarco sindicalista. Para quê? Não se sabe. Talvez para mostrar que o PR não manda nada...
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1 comentário:
O tal patrão da Confederação da Indústria Portuguesa, qual o ramo da indústria a que se dedica?
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