Mark Surloff
O ex-presidente da comissão executiva (CEO) do Banco Comercial Português (BCP), Paulo Teixeira Pinto, saiu há cinco meses do grupo com uma indemnização de 10 milhões de euros e com o compromisso de receber até final de vida uma pensão anual equivalente a 500 mil euros.
Não sei bem identificar o meu sentimento: indignação? Assaltam-se a mente imagens do polvo, meandros de negócios escuros, mistérios da fé, vícios privados, virtudes públicas, hipocrisia e traição … é a minha imaginação a trabalhar, nada que corresponda à realidade, enfim, os mistérios de uma instituição financeira privada de um país rico!
O ex-presidente da comissão executiva (CEO) do Banco Comercial Português (BCP), Paulo Teixeira Pinto, saiu há cinco meses do grupo com uma indemnização de 10 milhões de euros e com o compromisso de receber até final de vida uma pensão anual equivalente a 500 mil euros.
Não sei bem identificar o meu sentimento: indignação? Assaltam-se a mente imagens do polvo, meandros de negócios escuros, mistérios da fé, vícios privados, virtudes públicas, hipocrisia e traição … é a minha imaginação a trabalhar, nada que corresponda à realidade, enfim, os mistérios de uma instituição financeira privada de um país rico!
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