sexta-feira, janeiro 23

Terramoto

A direita democrática corre o risco de ser engolida, de forma significativa, pela extrema direita a partir de 8 fevereiro. Fenómeno comum no nosso tempo por esse mundo onde ainda se disputam eleições livres. Com Seguro abre-se uma brecha que, havendo sentido de futuro, pode reconfigurar o panorama político partidário sem ser à custa do PS. Um pequeno terramoto?

1 comentário:

Anónimo disse...

Todos estes partidos populistas de direita ou de extrema-direita parecem ter um tecto aproximado: 30%.

É também uma questão de classe social: os partidos de direita tradicional são maioritariamente burgueses, estes alimentam-se da pobreza.

No caso do Chega parece haver uma especificidade: está ao serviço de grupos económicos médios.