Deixar uma marca no nosso tempo como se tudo se tivesse passado, sem nada de permeio, a não ser os outros e o que se fez e se não fez no encontro com eles,
Editado por Eduardo Graça
sexta-feira, fevereiro 13
Tempos pungentes
As queixas são pungentes, os atingidos diretamente pelas calamidades, as pessoas, não sabem bem como reagir, pedem socorro, o governo mostra surpresa expõe as suas fraquezas. Duvida-se de quando será possível voltar às rotinas. A realidade mostra-se em todo o seu explendor, a miséria expõe-se, na frente ficam as entidades associativas próximas das comunidades, nas quais se incluem os bombeiros que são associações e outras que se reiventam na forma de voluntários. O governo atual, na peugada de outros, não valoriza estas entidades, que integram a economia social, e as organizações informais que todas não buscam lucros com a desgraça alheia (sei do que falo!). Essa realidade do outro lado do discurso moderno das reformas fundadas na inovação e inicitiva empreendedora. E o Estado, que falta faz! É tudo uma questão de equilibrio, do outro lado da propaganda. E reconstruir é uma oportunidade para fazer melhor e diferente. Para isso é preciso visão de futuro, vistas largas e forte vontade. Onde encontrar e como forjar essa força?
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