Deixar uma marca no nosso tempo como se tudo se tivesse passado, sem nada de permeio, a não ser os outros e o que se fez e se não fez no encontro com eles,
Editado por Eduardo Graça
terça-feira, maio 26
O padeiro de Alcácer
Já passaram uns dias sobre o episódio das crianças francesas lançadas ao abandono "como cães" (dizia-se antigamente). A extrema direita não vociferou pela invasão de estrangeiros, eram caucasianos e não vieram em busca de trabalho que é, no essencial, o que acontece com os estrangeiros que nos procuram. O padeiro de Alcácer fez emergir uma narrativa disruptiva mostrando que a solidariedade e a bondade afinal não morreram.
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