Deixar uma marca no nosso tempo como se tudo se tivesse passado, sem nada de permeio, a não ser os outros e o que se fez e se não fez no encontro com eles,
Editado por Eduardo Graça
Sábado, Julho 11
SOBRESSALTOS
E por isso impunha-se um sobressalto. Estou disponível para me sobressaltar. Mas como hei-de sobressaltar-me com apelos destes? De uma coisa sei: se Manuel Alegre pensa que ganha as próximas Presidenciais derrotando o PS nas próximas legislativas está enganado. A derrota do PS anunciará a sua própria derrota.
Manuel Alegre nunca percebeu nada de política, embora viva nela há muitas décadas. Tacticamente é ingénuo, dexando-se enredar pelos trotskistas, pensando que com eles poderia alcandorar-se a Presidente da República. Ainda hoje não percebeu que foi utilizado por Louçã, enquanto este precisou dele. Tem feito estragos ao PS, não conseguindo descortinar aquilo que refere: a derrota do PS nas legislativas facilitam a sua derrocada, para o ano que vem... se o PS cair na asneira de apoiar a sua candidatura. Sobressaltar-se? Contra o quê? Contra quem? Já ouvimos, uma palavra que fosse , contra a descarada intromissão de alguém que deveria primar pela isenção? E sobre Manuela Ferreira Leite, aquela que quererá, a curto prazo, suspender a democracia, rasgar todas as políticas sociais e económicas(excepto a da segurança social)? Não, não lhe ouvimos uma palavra de solidariedade para com 0o seu Partido.
Alegre não precisa de Sócrates para nada. Ele sabe que Sócrates já não estará no governo em 2011 e por isso tem de apostar no próximo secretário-geral. Costa? Não perceber isto é não perceber nada do PS que é um partido de oportunistas.
Eduardo Graça nasceu em Faro. Licenciado em Organização e Gestão de Empresas pelo Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras de Lisboa. Foi fundador e dirigente do Movimento de Esquerda Socialista. Exerceu funções técnicas no Gabinete de Estudos Básicos de Economia Industrial e Instituto Nacional de Estatística de 1979 a 1989. Entre 1989 e 1992 assumiu as funções de coordenador da equipa de projecto das escolas profissionais, do Ministério da Educação. Entre 1992 e 1995 desempenhou funções de adjunto de Jorge Sampaio, Presidente da Câmara Municipal de Lisboa e de Eduardo Ferro Rodrigues, Ministro da Solidariedade e Segurança Social. Entre 1996 e 2003 assumiu a presidência do Instituto Nacional para o Aproveitamento dos Tempos Livres dos Trabalhadores Portugueses. Desde 2003 exerceu funções técnicas no Ministério da Educação. Desde Outubro de 2008 foi Director de Departamento da Agência Nacional para a Qualificação. Desde Janeiro de 2009 é Presidente do Instituto António Sérgio do Sector Cooperativo. Publicou “Os Novos Tempos do Lazer Português” - 2002; “Ir Pela Sua Mão” ––2003, “Primeiros Poemas”– 2007 e “Há um momento em que a juventude se perde …” – 2008.
Comentários:
Manuel Alegre nunca percebeu nada de política, embora viva nela há muitas décadas.
Tacticamente é ingénuo, dexando-se enredar pelos trotskistas, pensando que com eles poderia alcandorar-se a Presidente da República.
Ainda hoje não percebeu que foi utilizado por Louçã, enquanto este precisou dele.
Tem feito estragos ao PS, não conseguindo descortinar aquilo que refere: a derrota do PS nas legislativas facilitam a sua derrocada, para o ano que vem... se o PS cair na asneira de apoiar a sua candidatura.
Sobressaltar-se? Contra o quê? Contra quem?
Já ouvimos, uma palavra que fosse , contra a descarada intromissão de alguém que deveria primar pela isenção?
E sobre Manuela Ferreira Leite, aquela que quererá, a curto prazo, suspender a democracia, rasgar todas as políticas sociais e económicas(excepto a da segurança social)?
Não, não lhe ouvimos uma palavra de solidariedade para com 0o seu Partido.
Zangam-se as comadres (do PS) descobrem-se as verdades. Leiam o artigo do Medeiros Ferreira no CM. Quem os avisa...
Alegre não precisa de Sócrates para nada. Ele sabe que Sócrates já não estará no governo em 2011 e por isso tem de apostar no próximo secretário-geral. Costa?
Não perceber isto é não perceber nada do PS que é um partido de oportunistas.
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