terça-feira, março 10

Seguro (1º dia)

O discurso de Seguro, em quem votei por convição, é próprio de um politico tradicional. Marcelo também o era à partida mas desmentiu rapidamente essa versão. A realidade vai impor limites à sua estimável vontade de consensos politicos alargados. Mas a afirmação dessa vontade conta muito e limita o impulso partidário para o dissenço e o ónus para a futura ausência de consensos fica do lado partidário. A sua afirmação critica face ao excesso de eleições em curto espaço de tempo é um risco se eleições forem precisas. É muita promessa de estabilidade e muitos se perguntam: estabilidade para quê? (Continua)

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