Deixar uma marca no nosso tempo como se tudo se tivesse passado, sem nada de permeio, a não ser os outros e o que se fez e se não fez no encontro com eles,
Editado por Eduardo Graça
terça-feira, junho 2
PSU
Estranha forma de vida (politica). Ninguém pergunta das razões da urgência de certas medidas? Passaram anos conhecendo-se da necessidade! A democracia atropelada pela incompetência. No fim o mais certo é sair disparate.
1 comentário:
Anónimo
disse...
Provavelmente é um rebuçado ao Chega.
Quem são os que vivendo do rendimento mínimo não querem trabalhar? Os ciganos, é o falatório no Portugal rural. Andam nas feiras com Mercedes à porta. Também já li que são as mulheres a dias. Destas não tinha ouvido falar. Quem sabe.
Indo há dias às estatísticas do meu concelho e da minha freguesia, no sul, o que li foi que numa população de 15 mil habitantes cerca de 200, há uns anos, beneficiavam do rendimento especial de inserção. Sabendo a pobreza, quando não a miséria, que por lá vai, confesso, até esperava mais. E também não acredito que recusem uma qualquer proposta de voluntariado ou coisa que o valha. Donde que concluo que é mais um "apalpão" ao Chega pela mão do ciganal. Na minha aldeia mulheres a dias não será: praticamente não há. Nem mulheres a dias nem quase nenhuma profissão porque as aldeias já não aldeias mas só aglomerados de casas, metade delas vazias.
1 comentário:
Provavelmente é um rebuçado ao Chega.
Quem são os que vivendo do rendimento mínimo não querem trabalhar? Os ciganos, é o falatório no Portugal rural. Andam nas feiras com Mercedes à porta. Também já li que são as mulheres a dias. Destas não tinha ouvido falar. Quem sabe.
Indo há dias às estatísticas do meu concelho e da minha freguesia, no sul, o que li foi que numa população de 15 mil habitantes cerca de 200, há uns anos, beneficiavam do rendimento especial de inserção. Sabendo a pobreza, quando não a miséria, que por lá vai, confesso, até esperava mais. E também não acredito que recusem uma qualquer proposta de voluntariado ou coisa que o valha. Donde que concluo que é mais um "apalpão" ao Chega pela mão do ciganal. Na minha aldeia mulheres a dias não será: praticamente não há. Nem mulheres a dias nem quase nenhuma profissão porque as aldeias já não aldeias mas só aglomerados de casas, metade delas vazias.
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