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PS quer eleições em Lisboa até 15 de Julho
O executivo da CML apodreceu e caiu. É normal, se atentar-mos na sua gestação. Santana Lopes» Carmona Rodrigues «M.M. Carrilho. PSD+PS=0.
É certo que vamos para eleições intercalares. Só para o executivo ou para todos os órgãos da autarquia? É o que resta saber. Seria mais prudente, do ponto de vista da democracia, ou seja, do interesse dos cidadãos, que as eleições abrangessem todos os órgãos incluindo a Assembleia Municipal e as Juntas de Freguesia.
O PS só terá hipóteses de ganhar estas eleições se apresentar uma candidatura forte, muito forte! E um cabeça de lista, forte, muito forte! Parto do princípio que, ao contrário das Presidenciais, o PS joga nestas eleições o futuro político da maioria que apoia o governo.
Estas eleições são, a meio do mandato, uma verdadeira sondagem ao governo e não vale a pena andar com rodeios. Por isso das duas uma: ou o PS se apresenta sozinho ou encabeça uma coligação de esquerda. Em qualquer dos casos o candidato a Presidente do executivo tem que ser muito forte, muito forte!
Lembro que a única vez que o PS ganhou as eleições autárquicas em Lisboa, se não erro, apresentou à cabeça de uma coligação de esquerda o seu próprio Secretário-geral, Jorge Sampaio. No presente, com ou sem coligação de esquerda, o PS não pode apresentar um cabeça de lista para cumprir calendário.
Receio pelas escolhas do PS. É preciso um golpe de asa, uma equipa mobilizadora que obtenha não só o apoio do aparelho partidário como de um vasto espectro de eleitores do chamado “centro esquerda”!
Façam o favor de colocar o eleitorado socialista em condições de votar numa equipa na qual possa confiar e dê a todos esperança de uma gestão autárquica séria, realista, com ideias e projectos de futuro. Por favor!
O executivo da CML apodreceu e caiu. É normal, se atentar-mos na sua gestação. Santana Lopes» Carmona Rodrigues «M.M. Carrilho. PSD+PS=0.
É certo que vamos para eleições intercalares. Só para o executivo ou para todos os órgãos da autarquia? É o que resta saber. Seria mais prudente, do ponto de vista da democracia, ou seja, do interesse dos cidadãos, que as eleições abrangessem todos os órgãos incluindo a Assembleia Municipal e as Juntas de Freguesia.
O PS só terá hipóteses de ganhar estas eleições se apresentar uma candidatura forte, muito forte! E um cabeça de lista, forte, muito forte! Parto do princípio que, ao contrário das Presidenciais, o PS joga nestas eleições o futuro político da maioria que apoia o governo.
Estas eleições são, a meio do mandato, uma verdadeira sondagem ao governo e não vale a pena andar com rodeios. Por isso das duas uma: ou o PS se apresenta sozinho ou encabeça uma coligação de esquerda. Em qualquer dos casos o candidato a Presidente do executivo tem que ser muito forte, muito forte!
Lembro que a única vez que o PS ganhou as eleições autárquicas em Lisboa, se não erro, apresentou à cabeça de uma coligação de esquerda o seu próprio Secretário-geral, Jorge Sampaio. No presente, com ou sem coligação de esquerda, o PS não pode apresentar um cabeça de lista para cumprir calendário.
Receio pelas escolhas do PS. É preciso um golpe de asa, uma equipa mobilizadora que obtenha não só o apoio do aparelho partidário como de um vasto espectro de eleitores do chamado “centro esquerda”!
Façam o favor de colocar o eleitorado socialista em condições de votar numa equipa na qual possa confiar e dê a todos esperança de uma gestão autárquica séria, realista, com ideias e projectos de futuro. Por favor!
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Como já esclareci num comentário, na verdade, João Soares também ganhou, à frente de uma coligação de esquerda, as eleições autárquicas de 1997.
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